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SAÚDE E DOENÇA: PRÁTICAS DE CURA NO CENTRO DA AMÉRICA DO SUL (1727 – 1808)   

A ocupação do centro da América do Sul exigiu que novos caminhos
fluviais ou terrestres fossem abertos. Essa ação resultou no desmatamento que
gerava a dispersão de animais, proliferação de insetos e enfermidades
desconhecidas para os colonos. A proliferação das doenças foi uma das
dificuldades encontradas no processo de colonização. Contudo, os colonos se
preocuparam com a saúde dos corpos, recorrendo às práticas de cura baseadas no
uso da fauna e da flora, na invocação dos santos e outras entidades sobrenaturais.
Feiticeiros e benzedores dividiam o espaço com médicos, cirurgiões, boticários,
barbeiros/sangradores e enfermeiros que realizavam uma prática pública
reconhecida oficialmente pelas autoridades locais. Neste sentido, a presente
dissertação tem como objetivo realizar um panorama das artes de curar no centro
da América do Sul, percebendo a existência de ações públicas voltadas para a
saúde, no período de 1727 a 1808.

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